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3º Seminário PNAIC/UFSC: Jogos, Materiais Manipulativos, Matemática Realística e Matemática Recreativa: incrementando a educação matemática de crianças
O GEPPROFEM participou das atividades do terceiro seminário do PNAIC/UFSC, 27/06/2019, estando presente na Mesa Redonda “Materiais manipulativos e jogos no ensino de matemática nos anos iniciais: possibilidades e limitações” com a professora Dra. Regina Grando, professor Dr. Everaldo Silveira, mestranda Rafaele de Souza (PPGECT/UFSC, e mestranda professora Renata Conceição (RME/PPGECT). O seminário teve abertura com o professor Dr. Antonio José Lopes “Bigode” (Centro de Educação Matemática / ARCO Escola-Cooperativa) com a palestra intitulada “Matemática Realística e Matemática Recreativa: caminhos para fazer matemática significativa na sala de aula“.
As atividades desse Seminário tiveram a participação de professores da Rede Municipal de Educação de Florianópolis, a partir de uma parceria com os responsáveis pela formação continuada.
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Modelagem matemática nos anos iniciais do ensino fundamental: indícios de uma proposta interdisciplinar
No dia 18 de março de 2019 nosso colega pesquisador do GEPPROFEM, professor José Antônio Gonçalves, defendeu sua dissertação intitulada “Modelagem matemática nos anos iniciais do ensino fundamental: indícios de uma proposta interdisciplinar” tendo como banca:
– Dr. Everaldo Silveira (Orientador – PPGECT/UFSC)
– Dra. Regina Célia Grando (Examinadora – PPGECT/UFSC)
– Dr. Tiago Emanuel Klüber (Examinador externo – CCET/UNIOESTE)
– Dra. Rita de Cássia Pacheco Gonçalves (Examinadora suplente – MEN/UFSC)
Parabéns Zé!!
Resumo: Esta dissertação é o resultado de uma pesquisa que buscou identificar vestígios de uma perspectiva de Modelagem Matemática na Educação Matemática que tenha na interdisciplinaridade uma característica fundamental, especialmente para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Trata-se de uma pesquisa descritiva e nosso principal material de análise foram cinco volumes de uma publicação contendo relatos de experiências, de atividades e de projetos desenvolvidos pelos professores alfabetizadores participantes do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, em Santa Catarina. O corpusde análise foi composto por 78 desses relatos. Em cada relato,foram observadas as possíveis relações entre o direcionamento dado às atividades que envolveram a educação matemática ea prática de Modelagem como tradicionalmente é desenvolvida. A partir dessas observações,verificou-se se haveria alguma tendência, ou não, de alguma organização do fazer pedagógico específica, nas experiências analisadas, que melhor possibilitaria a Modelagem no contexto interdisciplinar. Os resultados apontaram que, mesmo não tendo orientação direcionada à prática de Modelagem, muitos professores alfabetizadores participantes do PNAIC desenvolveram suas experiências pedagógicas semelhantemente à Modelagem, uma vez que esta se mostrou uma estratégia coerente de trabalhar com a educação matemática em umcontexto interdisciplinar. Da mesma forma, os projetos se mostraram como o tipo de organização pedagógica que favorece a abordagem de uma perspectiva interdisciplinar de Modelagem nos Anos Iniciais. Nossas conclusões apontam que,para a Modelagem ser coerente nos Anos Iniciais, deve ser trabalhada no interior de um projeto, haja vista o caráter interdisciplinar dessa organização pedagógica.
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Tendências metodológicas na educação matemática: obstáculos e resistências
No dia 15 de marco de 2019 nossa colega pesquisadora e professora Eliandra Pires defendeu sua dissertação de mestrado intitulada “Tendências metodológicas na educação matemática: obstáculos e resistências” tendo como banca:
– Dr. Everaldo Silveira (Orientador – PPGECT/UFSC)
– Dra. Regina Célia Grando (Examinadora – PPGECT/UFSC)
– Dr. Ademir Donizeti Caldeira (Examinador externo – CECH/UFSCar)
– Dra. Rita de Cássia Pacheco Gonçalves (Examinadora suplente – CED/UFSC)
Parabéns Lia!!
Resumo:
Esta pesquisa de mestrado propôs-se a investigar, descrever e analisar obstáculos e resistências apontados por professores que ensinam matemática no Ensino Básico ao utilizarem alguma Tendência Metodológica diversa do método tradicional. Nossa escolha a respeito desse tema deu-se na crença de que tais obstáculos e resistências impelem os professores a manterem práticas tradicionais em detrimento das metodologias alternativas. Integraram o corpus de análise desta pesquisa, revistas especializadas na área de Educação Matemática (primeira amostragem) e as revistas de áreas afins (segunda amostragem) que abordaram essa temática através de artigos publicados em seus periódicos. A metodologia de pesquisa escolhida para o desenvolvimento do presente trabalho foi a Grounded Theory (GT) – Teoria Fundamentada nos Dados. Os resultados obtidos, inicialmente, apontavam para as concepções dos professores, como principal motivo para optarem recorrentemente ao ensino tradicional da matemática. O desenvolvimento deste estudo buscou argumentar que o que impede os docentes de fazer uso das Tendências Metodológicas alternativas não está centrada no próprio professor, mas nos obstáculos que sustentam as concepções desses profissionais. Para isso jogou-se luz nas estruturas que pormenorizam que determinados fenômenos ocorram e resultem nos obstáculos e consequentemente nas resistências: trata-se de estruturas de diferentes naturezas, que compreendem o emocional (os sentimentos), os saberes (conhecimento) e as circunstancias (condições) nas quais os docentes estão submetidos.
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2º Seminário PNAIC/UFSC: A Educação Estatística nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
O GEPPROFEM participou das atividades do segundo seminário do PNAIC/UFSC,06/12/2018, estando presente na Mesa Redonda “A Educação Estatística nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental” com a professora Dra. Regina Grando e a doutoranda Prof. Ms. Roberta Schnorr Buehring (UDESC e Rede Municipal de Florianópolis). A mesma mesa contou ainda com a participação externa do professor Dr. Leandro de Oliveira Souza (UFU).
O seminário teve abertura com a Profª. Drª. Celi Espasandin Lopes (UNICSUL) com a palestra intitulada “A Educação Estatística e a Infância“.
As atividades desse Seminário tiveram a participação de professores da Rede Municipal de Educação de Florianópolis, a partir de uma parceria com os responsáveis pela formação continuada.
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Para uma crítica da filosofia da matemática wittgensteiniana: implicações para a Educação Matemática
Em 21 de novembro de 2018 o pesquisador e professor Guilherme Wagner, integrante do GEPPROFEM, defendeu sua dissertação de mestrado intitulada “Para uma crítica da filosofia da matemática wittgensteiniana: implicações para a Educação Matemática” tendo como banca:
Dr. Everaldo Silveira (Orientador – PPGECT/UFSC)
Dra. Regina Célia Grando (Examinadora – PPGECT/UFSC)
Dr. Arthur Belford Powell (Examinador – Rutgers University/EUA)
Dr. Dario Fiorentini (Examinador suplente – UNICAMP)
Dra. Rita de Cássia Pacheco Gonçalves (Examinadora suplente – CED/UFSC)
Parabéns Gui!
Resumo: No presente trabalho busca-se analisar e refletir sobre a gênese da filosofia wittgensteiniana em suas duas obras mais famosas: o Tractatus Logicos Philosphicus e as Investigações Filosóficas. Corriqueiramente afirma-se que há uma ruptura entre as duas obras culminando em duas maneiras distintas de fazer filosofia. Nesse tocante, o presente trabalho se debruça sobre os originais em busca de compreender as continuidades nas descontinuidades da filosofia de Ludwig Wittgenstein. Para fazer esse percurso analítico as perspectivas metateoricas do Realismo Crítico bhaskariano são tomadas como pano de fundo – underlabour – da pesquisa. Assim, a partir da reivindicação da ontologia desenvolve-se uma análise filosófica das concepções ontológicas presentes nas duas obras de Ludwig Wittgenstein, demarcando seu ‘silêncio ontológico’. Por outro lado, como consequência direta desse silêncio ontológico analisa-se a reificação da cotidianidade a partir do fetiche dos jogos de linguagem culminando numa concepção da matemática desprovida de estrutura ontológica e voltada a manipulabilidade dos usos cotidianos como critério de verdade. Estas características da obra filosófica de Wittgenstein, quando em contato com o campo da Educação Matemática, permitirão a acoplagem de teorias sociais pós-estruturalistas e neopragmáticas rompendo as barreiras entre História e ficção. Assim, esse trabalho busca perscrutar a gênese dessa agenda pós-moderna na Educação Matemática delimitando de que forma Wittgenstein é utilizado, falsificando sua filosofia, para a inserção das teses pós-modernas neste campo. A partir dessas delimitações fez-se uma crítica a três mitos recorrentes no campo provenientes do acoplamento estranho da filosofia wittgensteiniana com as teorias pós-modernas: 1) o mito da semiologização da realidade, 2) o mito da desconstrução como resolução ética, e 3) o mito do eurocentrismo e do discurso protofascista dos identitarismos. Igualmente, criticou-se a abertura da filosofia de Wittgenstein para uma compreensão biologizante, tecnicista e utilitarista na matemática e do seu ensino. Por fim, o trabalho termina relembrando os objetivos da educação delimitados por Adorno (2003): de que Auschwitz nunca mais se repita, e é nesse contexto histórico-social que o presente trabalho se situa.
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Primeiro Seminário PNAIC/UFSC: O Pensamento Algébrico nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental
O GEPPROFEM participou das atividades do segundo seminário do PNAIC/UFSC, 19/10/2018, estando em duas mesas redondas com a professora Dra. Regina Grando, Mestranda Adriana Jungbluth (RME e PPGECT), Dr. Everaldo Silveira. As duas mesas foram respectivamente “Pensamento Algébrico nos Anos Iniciais: conceitos e constructos” e “Práticas curriculares em Álgebra nos Anos Iniciais”
As atividades desse Seminário tiveram a participação de professores da Rede Municipal de Educação de Florianópolis, a partir de uma parceria com os responsáveis pela formação continuada.
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V EEMAI – primeiro evento coletivo do GEPPROFEM
Entre os dias 30 de agosto e 01 de setembro de 2018 os integrantes do GEPPROFEM partiram para seu primeiro evento enquanto grupo completo, foi em São Carlos/SP e o evento foi V EEMAI, Encontro de Educação Matemática nos Anos Iniciais. O espírito colaborativo, coletivo e insubordinado se manifestou desde o início da viagem e se consolidou ao final do evento quando o grupo se assumiu totalmente insubordinado criativamente. Felizes somos nós ao podermos juntos lutar e aprender!









































